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The Legend of Zelda: A Link to the Past (ゼルダの伝説 神々のトライフォース? - "Zeruda no Densetsu: Kamigami no Toraifōsu", significando "A Lenda de Zelda: Triforça dos Deuses" originalmente, em japonês) é o terceiro jogo da série The Legend of Zelda e o primeiro e único título para o Super Nintendo, sendo lançado no Japão em 1991 e nos Estados Unidos em 1992. Após a jogabilidade em ponto de vista lateral e baseada em RPG de The Adventure of Link, A Link to the Past marca o retorno do ponto de vista aéreo e da jogabilidade de The Legend of Zelda. O jogo introduziu itens de extrema relevância para a franquia, como a Espada-Mestra, e o conceito de dois mundos distintos (Mundo da Luz e Mundo das Trevas), conceito este que foi revisitado de certa forma em Ocarina of Time, com dois períodos de tempo separados em vez de dois mundos. A Link to the Past foi relançado em 2002, para o Game Boy Advance, incluindo um novo jogo chamado Four Swords.

Enredo[]

Jogabilidade[]

Mecânicas Comuns[]

A Link to the Past mantém diversos elementos da jogabilidade do The Legend of Zelda original, de NES, entre eles a perspectiva aérea, a possibilidade de coletar Rupees e a usabilidade de itens ao atribuí-los a um botão, assim como a habilidade de recuperar vida usando corações. Retornando de The Adventure of Link, há o uso de Magias para realizar feitiços e tornar alguns itens funcionais, assim como interações com NPCs para obter informações vitais sobre a jornada de Link.

Uma mecânica que retorna de ambos os jogos citados é a disponibilidade de dungeons, que devem ser conquistadas para alcançar o êxito da aventura. Cada dungeon tem um mapa e uma bússola, o primeiro mostrando o layout daquela dungeon em específico enquanto o segundo localiza o paradeiro do chefe; chaves devem ser coletadas para abrir portas trancada, quebra-cabeças devem ser resolvidos para progredir e inimigos devem ser derrotados caso interrompam a exploração. As dungeons têm vários andares, contando com dois até dez deles, e Chaves Grandes são necessárias tanto para abrir baús de maior importância (como aqueles em que Link encontra itens de grande auxílio em sua jornada) quanto para abrir as salas dos chefes.

Similarmente às bombas de The Legend of Zelda e o medidor mágico em The Adventure of Link, vários itens em A Link to the Past podem ser melhorados, seja em capacidade, seja transformando-os em versões mais avançadas. Isto pode ser feito por meio de missões secundárias ou ao entrar em locais especiais. Armas e itens opcionais estão escondidos por toda Hyrule.

Mundo da Luz e Mundo das Trevas[]

O mesmo lugar em ambos os Mundos da Luz e das Trevas.

O mesmo lugar em ambos os Mundos da Luz e das Trevas.

O game introduz uma mecânica muito importante: a dicotomia entre o Mundo da Luz e o Mundo das Trevas. O Mundo da Luz é nada mais que Hyrule normal, enquanto o Mundo das Trevas é uma versão paralela distorcida, desolada e mais perigosa sob o domínio de Ganon daquilo que já foi a Terra Dourada. O jogo tem, na verdade, dois mapas de Hyrule, os quais são relacionados um ao outros de diversas maneiras; por exemplo, ao trocar do Mundo das Trevas para o Mundo da Luz enquanto posicionado em um suposto beco sem saída, Link pode encontrar, na versão iluminada do mundo, um caverna secreta ou uma passagem que, anteriormente, seria inacessível, levando o jogador a diversas recompensas secretas. Ao fazer o oposto (trocar do Mundo da Luz para o Mundo das Trevas), Link poderá acessar novas dungeons, fator de extrema importância para o sucesso de sua jornada. A Link to the Past é elogiado por usar esta mecânica de maneiras muito inteligentes, algo que seria reutilizado em jogos de Zelda posteriores.

A Link to the Past também é o primeiro título a ter uma narrativa mais desenvolvida, o que reflete, pela primeira vez, nos propósitos diferentes de cada uma das dungeons: as três primeiras guardam os pingentes sagrados que dão a Link o acesso à Espada Mestra, a quarta é onde se dá a tentativa fracassada de resgatar a Princesa Zelda e as sete restantes guardam as donzelas aprisionadas, que, após resgatadas, ajudam Link a quebrar o selo da entrada da dungeon final. Esse tipo de progressão da narrativa foi usado em vários jogos posteriores da série, como Ocarina of Time e The Wind Waker - embora este último tenha adicionado várias reviravoltas e mudanças ao conceito (ao adicionar a missão secundária da Triforce e ao carecer de uma dungeon para a terceira pérola, por exemplo).

Informações sobre o Jogo[]

Recepção[]

Ports e Remakes[]

Game Boy Advance[]

A Link to the Past recebeu um port para Game Boy Advance com o título de The Legend of Zelda: A Link to the Past & Four Swords, introduzindo Four Swords no mesmo cartucho, o primeiro título multijogador da série. O game sofreu diversas alterações, incluindo uma tradução mais precisa, lojas e inimigos adicionais, a adição da voz infantil de Link vista em Ocarina of Time/Majora's Mask e uma dungeon, missão e ataque novos, desbloqueados apenas pela progressão de Four Swords.

Virtual Console[]

A versão original de SNES também recebeu um port para o Virtual Console de Wii em janeiro de 2007 e, posteriormente, para o Virtual Console do Wii U em janeiro de 2007 e do Nintendo 3DS em abril de 2016. Este relançamento manteve-se praticamente intocado em relação ao original. No entanto, o efeito que fazia toda a tela piscar visto na tela inicial, produzido pelos ataques de Agahnim e Vitreous ou emitido quando Link usa o Medalhão Éter, foi diminuído significativamente, a fim de prevenir o efeito da epilepsia.

Satellaview[]

O motor e os recursos do game foram reutilizados no serviço Satellaview, lançado posteriormente. Em 1997, Ancient Stone Tablets foi lançado no Japão por meio deste serviço, apresentado como uma sequência, semelhante a uma Segunda Jornada para A Link to the Past.

O próprio A Link to the Past também foi lançado por meio da plataforma, apresentando algumas poucas mudanças em relação ao original - como o sistema de save. Diferente dos outros games de Zelda transmitidos pelo serviço Satellaview, este título poderia ser baixado e jogado a qualquer momento. Oficialmente, o port para Satellaview não tem um título que o diferencie, com fãs comumente referindo-se a ele como BS The Legend of Zelda: Triforce of the Gods, apesar deste prefixo ser reservado para títulos compatíveis com o sistema SoundLink.

Tais games foram lançados exclusivamente no Japão, embora fãs tenham traduzido BS The Legend of Zelda: Ancient Stone Tablets para o inglês e compilado uma versão totalmente jogável em um projeto de restauração.

Super NES Classic Edition[]

O Super Nintendo Classic Edition inclui A Link to the Past como um de seus 21 jogos disponíveis.

Nintendo Switch Online[]

A Link to the Past está incluído como parte da aba Super Nintendo no Nintendo Switch Online, disponível para assinantes do serviço, como um de seus 20 títulos de lançamento.

Legado[]

Curiosidades[]

Galeria[]

Veja Também[]

Esta página é uma tradução da página "The Legend of Zelda: A Link to the Past" (disponível originalmente em inglês).